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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Quer um Gato Persa? Veja tudo que você precisa saber antes de ter um.

foto de divulgação 


Sobre o PersaO gato Persa, como o próprio nome indica, tem como país de origem a Pérsia (atual Irã) e também a Turquia. Hoje, essa é uma das raças felinas mais populares do mundo e seu nome acaba englobando, superficialmente, diversos gatos que possuem aparência exótica, cara “achatada” e pelos compridos.

Enquanto nos EUA muitos gatos são considerados dessa raça, na Inglaterra todos os gatos Persa são divididos em outras raças de acordo com suas colorações. Acredita-se que os primeiros bichanos de pelo comprido foram da Pérsia e da Turquia para a Europa, onde ocorreu o cruzamento de ambas as raças, resultando no Persa que conhecemos hoje.

Os gatos dessa raça são medianos (pesando entre 3,5 kg e 7 kg), possuem uma farta e densa pelagem, focinhos bastante curtos, olhos arredondados grandes e cheios de expressão caudas curtas, pernas também curtas, mas grossas, e orelhas afastadas. Além de serem belíssimos e únicos, os Persas também contam com um ótimo temperamento: caseiros, tranquilos, independentes, dóceis e sociáveis.

Características Físicas:

  • Coloração: creme, vermelho, azul, preto, tartaruga azul, escama tartaruga, branco, bicolor creme, bicolor preto, bicolor vermelho, bicolor azul ou cálico.
  • Expectativa de vida: de 15 a 20 anos.
  • Olhos: redondos e grandes.
  • Pelagem: longa;
  • Qualidades principais: dócil, tranquilo e fiel.
  • Tamanho/Peso: de 3,5 kg a 7 kg, com altura de aproximadamente 25 cm.


“Devo ter um gato Persa?”

Chamados de “gachorros” (gatos que parecem cachorros), os Persas demandam cuidados diários com o pelo e os olhos. 

O Persa é, sem dúvida, um dos bichanos mais carinhosos e, não por acaso, são chamados de “gachorros”, ou gatos que parecem cachorros. Então, se você nunca conviveu com gatos, optar por esse pode ser uma ótima experiência.

Entretanto, é essencial que haja responsabilidade e comprometimento, pois cuidar de um pet exige tempo, carinho e dinheiro. 

O cuidado com os pelos e com os olhos deve ser diário. Além disso, os Persas não gostam de passar grandes períodos sozinhos. Se você gosta muito de viajar e está sempre fora de casa, um bichano dessa raça não é uma boa escolha, já que ele sofrerá muito com sua ausência.




foto  de divulgação

Temperamento do gato Persa

Dóceis e tranquilos, os Persas são ótimos companheiros.

O padrão do gato Persa indica que os bichanos dessa raça são extremamente dóceis e sensíveis, apegados aos donos e muito fiéis. Ainda assim, são independentes e podem lidar bem com a solidão, apenas não por longos períodos. 
No geral, os Persas não são muito ativos e não costumam fugir para a rua. A convivência com um bichano dessa raça pode ser incrivelmente gratificante, visto que são calmos e companheiros.

Se chegou até aqui e decidiu ter o deleite da companhia de um gato Persa, fique de olho em todos os cuidados e dicas que vêm a seguir!
 

Cuidados necessários para um gato Persa

Cuidados com a higiene, a alimentação e o ambiente do seu pet são essenciais.

1. Cuidando dos Pelos

Os pelos compridos dessa raça exigem cuidados para que continuem elegantes como devem ser. O ideal é que o Persa tenha seus pelos penteados diariamente, principalmente nas regiões que ficam mais cheias de nós, como o tórax, o abdômen, atrás das orelhas e entre na parte interior das patas. Primeiramente, faça esse processo com um pente de metal. Em seguida, repita-o com uma escova de cerdas macias para deixar os pelos mais belos e saudáveis.

foto  de divulgação

Ainda que os Persas sejam animais extremamente limpos, o ideal é que tomem banho a cada 3 ou 4 semanas. Lembre-se: secar bem os pelos é fundamental (e ele provavelmente vai odiar esta parte)!

A dica para evitar que o banho seja uma guerra ou que o seu gatinho seja “proibido“ de voltar à pet shop por ser difícil banhá-lo, é começar cedo e manter o hábito do banho frequente.
 

2. Cuidando dos olhos


foto  de divulgação
O Persa necessita de limpeza diária no olhos (2 vezes ao dia, de preferência), pois as lágrimas, com uma substância marrom, escorrem e podem manchar os pelos da face. Isso acontece devido ao formato do focinho, com nariz achatado e as passagens nasais mais estreitas, fruto de uma raça criada para ter essa aparência exótica.

A higiene desse local é essencial para que não ocorra a proliferação de fungos e, claramente, para que a região dos olhos e do focinho não manchada, com aspecto de suja.
 

3. cuidando das unhas, dos dentes e das orelhas

As unhas do Persa, assim como as de outros gatos e cães, precisam ser cortadas para que não machuquem ninguém; as orelhas e o ouvido necessitam de limpeza semanal; e os dentes devem ser escovados, para evitar mau hálito ou problemas mais graves. O ideal é que um profissional seja responsável por esses cuidados. Caso contrário, peça ao veterinário de seu bichano que ensine a você como devem ser feitas essas limpezas.
 

4. Alimentando seu Persa

Um gato Persa pode viver 15 anos. Para isso, alimentar seu felino saudavelmente é um dos principais caminhos. Quando filhote, precisa comer 4 vezes ao dia; adulto, o número de refeições é reduzido para 2. Pergunte sempre ao veterinário sobre as melhores rações secas e comidinhas enlatadas para que dê ao seu pet o mais adequado possível. 
Quanto à quantidade, basta ficar de olho nas embalagens de ração, pois elas contêm essa informação. Além disso, lembre-se: o seu gato deve ter sempre acesso à água fresca.

 

5. Cuidados veterinários

O Persa é uma das raças com maior incidência de problemas de saúde, principalmente em decorrência dos padrões “não naturais” (focinho achatado), seguidos pelos criadores da raça, que causam dificuldade de respiração e podem gerar alguns problemas.

Dito isso, esses problemas tendem a acometer mais os gatos criados para competição, os quais possuem padrões mais estritos. Então, não desanime e basta ficar atento à saúde do seu gatinho.

foto  de divulgação

Todas as pessoas que se abrem para a experiência de ter um gato Persa ficam encantadas pela raça. Se você quer usufruir da companhia desse bichano carinhoso, tranquilo e companheiro

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Como dar Banho em Gatos?

Quase todas as raças (e sem raça) de gatos têm aversão á

água. Porque dar banho nos bichanos, realmente, não é 

tarefa das mais fáceis. 


foto de divulgação

Exceto para retirar um nó ou realizar algum procedimento médico, praticamente não há outro motivo para raspar opêlo do gato. Os gatos precisam de uma camada espessa de pêlos sua remoção pode desequilibrar sua temperatura corporal e expor a pele geralmente protegida. Cortar o pêlo de um gato de pêlo longo para melhorar a aparência e evitar 
nós e emaranhados é bom, mas o corte deve ser feito por um profissional especializado.

De modo geral, também não é necessário banhar o gato, visto que eles conseguem se manter limpos. Às vezes, no entanto, um banho é necessário para tratar ou controlar pulgas, limpar um felino aventureiro, tratar um problema dermatológico ou retirar algo perigoso do pêlo do gato. Para os proprietários escrupulosos, inexperientes e indecisos minha dica é deixar que um veterinário ou outro profissional qualificado cuide desses banhos obrigatórios. Para quem quiser tentar em casa, vai aí alguns ensinamentos básicos sobre o banho:

Prepare-se: separe os produtos necessários com antecedência. Você precisa de um bom xampu para animais de estimação (peça ao veterinário que receite xampus medicinais para pulgas ou problemas dermatológicos, não compre qualquer produto na farmácia); uma toalha grande e macia; escova e pente; e um chuveirinho ou um recipiente de plástico para molhar e enxaguar o bichano. É melhor pentear o pêlo do gato antes do banho, se possível, sobretudo se ele tiver pêlos longos. Se você sabe como fazê-lo, é hora de cortar as unhas do gato (observação: você pode proteger os olhos do gato durante o banho com uma pomada oftálmica neutra indicada pelo veterinário).

Prepare o local do banho para todas as etapas: use uma pia grande com uma torneira móvel ou a banheira. Encha a pia antes de colocar o gato dentro e veja se a água não está quente ou fria demais. Uma temperatura confortável para as mãos funciona bem para o gato. Você vai se molhar, ficar coberto com espuma de sabão e é provável que um gato irritado e ensaboado pule em você. Por isso, vista roupas adequadas, que possam molhar e protegê-lo de arranhões. 

Antes do gato entrar em cena: dar banho em gatos costuma ser um trabalho para duas pessoas - uma para segurar o animal e outra para banhá-lo - mas você pode tentar sozinho. De qualquer modo, treine as técnicas de contenção do animal em terra firme, antes do banho. Com a mão, segure o gato com firmeza, mas cuidadosamente, na nuca, pressionando de leve para baixo. Veja se você consegue alcançar as diversas partes do corpo do seu gato com a outra mão. Calcule quando e como você terá de mudar de mão para segurar o gato durante o banho. Planeje o banho passo-a-passo antes que o gato entre na pia ou na banheira; caso contrário, ele conseguirá fugir se você hesitar ou ficar confuso. E isso é sério, eles fazem coisas inacreditáveis quando sentem medo. 

Comece a ensaboar o bichano: molhe o gato, da cabeça até o rabo. Aplique o xampu do mesmo modo, faça espuma e enxágue bem (leia atentamente as instruções no rótulo de xampus medicinais. Alguns precisam de 5 a 15 minutos antes de enxaguar para que façam efeito). É importante enxaguar bem. Os resíduos de sabão podem irritar a pele do gato ou serem engolidos quando o animal lamber o pêlo. O enxágue também elimina pulgas e outros parasitas imobilizados - mas não mortos - pelo banho.

Enxugar o gato: delicadamente, esprema o excesso de água do pêlo do bichano, enrole-o em uma toalha grande e macia e enxugue-o. Se o gato deixar, você pode desembaraçar o pêlo, se necessário. Caso contrário, espere até que ele esteja seco e calmo. Eu não tenho essa sorte, mas, se você tiver, seu gato pode tolerar o som e a sensação de um secador de cabelo. Mas que saber? Não conte com isso - muitos gatos ficam aterrorizados com o aparelho. Isso não é algo para descobrirmos depois do banho. Veja como o gato reage ao secador de cabelo em um dia que ele não tomar banho. Se ele ficar morto de medo, use só a toalha. Talvez, aos poucos, você consiga que ele se acostume ao som e à sensação do aparelho (sobretudo se você lhe der banhos freqüentes quando ele ainda for filhote) - mas talvez você não tenha tanta sorte.

Prontinho! Agora que seu gatinho ou gatinha já está devidamente limpinho e cheiroso você pode ter ainda alguma dúvida. Por exemplo: Qual a frequência com que devo dar banho no meu gato? Eu sugiro aos meus clientes que dêem banho em seus bichanos 1 vez a cada 2 meses, ou todo o mês. Mas isso depende dos hábitos de cada animal. Se for caseiro e não sair na rua pode ficar sem banho por mais tempo (2 ou 3 meses), mas se for aventureiro e gostar de dar uma fugidinhas, um banho por mês é o suficiente. 


Justifica-se dar banho no gato quando:

- O danadinho se sujou com um produto que ele não deve ingerir ao lamber o pêlo – óleos, pesticidas, etc.
- É necessário utilizar shampoos recomendados pelo veterinário para tratar problemas de pele, acabar com pulgas, etc.
- O gato vai participa de exposições felinas.
- O dono tem alergia à saliva e pele morta do gato.
- A pelagem está demasiadamente oleosa.
- O gato é idoso, está doente e não é capaz de tratar do próprio pêlo.


Outra coisa muito importante é lembrar de colocar uma bolinha de algodão nos ouvidinhos para evitar que entre água e lembrar de tirar o algodão!!! Não é incomum, esquecerem o algodão nos ouvidos e levar a uma Otite. (É mais comum acontecer com cães, principalmente, com os que tem orelha pendular e grande - orelhudos! rs)

E meu shampoo pode ser usado no meu gato? Nãoo... Apesar de parecer a mesma coisa, não é. Você pode causar uma séria crise alérgica no pobre animalzinho. Então, evite maiores transtornos e compre um shampoo apropriado. 

Um gato de pêlo curto normalmente se mantém limpo pelos seus próprios meios, instintivamente. Se você vir que ele anda sujo, pode ser que esteja doente.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Como Cuidar de um Gatinho Recém Nacio

Não existem substitutos para as mães e, preferencialmente, filhotes de gatos devem permanecer aos cuidados de suas mães por pelo menos 8 semanas antes de serem levados para outros lares. Em casos de resgate, morte da mãe natural ou casos em que determinadas circunstâncias façam com que a mãe rejeite o filhote, a intervenção humana será necessária.
Existem muitas coisas a considerar, bem como materiais necessários para alimentar e cuidar de um gato recém-nascido. Alguns cuidados e considerações podem fazer desta experiência algo proveitoso e relaxante, o que acabará resultando em um animal saudável e feliz.

Passos


Consulte veterinários locais ou abrigos a fim de descobrir se existe alguma gata que possa assumir o papel de mãe deste filhote. O leite materno é o melhor alimento para qualquer que seja o mamífero filhote, portanto sempre é recomendado buscar uma maneira natural de o fazer antes de experimentar preparar algo para alimentar o filhote.
Esteja ciente de que, mesmo encontrando uma gata para assumir o papel de mãe no caso deste filhote, ela poderá não aceitar. 
Lembre-se que quanto mais novo for o filhote, mais acelerado será seu metabolismo e mais vezes ele precisará ser alimentado devido ao fato de seu estômago ser

minúsculo. Isto significa que você precisará ficar o dia todo por perto até que o filhote possa crescer e consiga ingerir alimentos por conta própria, inclusive sólidos. Um gato com idade entre 6 e 10 semanas precisa ser alimentado entre 6 e 8 vezes por dia, enquanto um filhote entre 10 semanas e 6 ou 7 meses necessita apenas de 4 refeições por dia. Após isto, e até aos 9 meses, ele passa a precisar de apenas 3 refeições por dia. Quando ficar adulto, 2 refeições ao dia bastarão.
Compre algum substituto específico ao leite materno para o gato, bem como alguns itens como seringas e garrafas. Para gatos mais novos, um substituto específico para o leite materno é fundamental durante as primeiras semanas de vida. Certifique-se de perguntar numa petshop por algum produto que possa suprir esta necessidade ou a um veterinário.


Se você desejar criar sua própria fórmula, siga a sugestão a seguir.


Esterilize as seringas e esquente um pouco o leite de forma a que ele fique levemente morno, seguindo as instruções da embalagem. Em seguida, ponha algumas gotas em seu pulso para certificar-se de que não esteja muito quente. Este é o mesmo procedimento utilizado com bebés humanos.
Não coloque esta mistura no microondas, pois acabará gerando bolhas na mistura. Ao invés disso, coloque em um recipiente e este, por sua vez, dentro de uma panela ou outro recipiente com água quente.
Prepare a fórmula imediatamente antes de oferecer ao filhote para garantir a sua melhor qualidade. Não é

recomendado preparar a fórmula e mantê-la em algum local por um longo período (mesmo na geladeira) - apenas faça a quantidade que será utilizada e descarte as sobras.
Utilize uma quantidade adequada de alimentação de acordo com o peso do gato.
Gatos com 1 a 3 semanas podem digerir até 2 colheres de sopa cheias para cada 113 gramas de peso corporal a cada 2 ou 3 horas.
Ponha o leite no biberon e verifique se pode deixar sair apenas uma gota ou duas. Seringas costumam ser melhores para filhotes mais novos, com 4 semanas ou menos de vida, visto que as bocas de biberons podem ser muito grandes ou permitirem a saída do leite de forma muito rápida e excessiva.
Alimente o filhote. Faça isto sentando em uma cadeira com uma toalha dobrada em seu colo. Posicione o filhote de forma similar a que ele faria com sua mãe verdadeira, com sua cabeça levemente erguida e seu estômago descansando e apoiado.
Permita que o filhote se alimente até que ele mesmo decida que acabou, mas não permita exageros.
É importante permanecer paciente e calmo enquanto segura o biberon e alimenta o gatinho, certificando-se de que ele esteja-se a sentir à vontade. Além disso, permita que o gato estabeleça seu próprio ritmo e dê-lhe um certo tempo para a alimentação, de forma a que problemas de digestão sejam evitados.
Incentive e estimule o filhote a arrotar segurando-o de costas e segurando seu corpo enquanto você esfrega seu estômago com sua outra mão. Na relação de filhotes gatos e suas mães, a gata geralmente ajuda o filhote a arrotar ou mesmo defecar, portanto não se surpreenda com estes comportamentos - é um bom sinal!
Ponha o filhote de volta em sua cama quente ou caixa, de forma a que ele possa descansar. Continue com a agenda de alimentação regular todos os dias pelas semanas seguintes até que a ingestão de sólidos já seja possível e apropriada. Neste momento, converse com algum veterinário sobre alguma dieta adequada.
Adicione alguns alimentos sólidos suaves, como enlatados, e também alimentos mais rígidos quando o gatinho já estiver com 4 semanas ou mais de vida. Alguns filhotes podem não comer sólidos até completarem 8 semanas de vida; converse sobre este progresso com o veterinário.


Preparando sua fórmula para o filhote


Separe os seguintes ingredientes:


• 2 xícaras de leite integral, preferivelmente leite de cabra (leite de vaca poderá causar problemas, mas, às vezes, a necessidade pode ser maior que a intolerância à lactose, portanto discuta com seu veterinário sobre isto e confira as advertências acerca do leite de vaca).
• 2 gemas de ovos orgânicas ou 1 gema de ovo e 1 colher de chá de óleo de coco quente


• 2 colheres de sopa de proteína em pó
• 6 gotas de algum composto vitamínico para crianças ou mesmo específicas para gatos
• 1 colher de chá com líquido para a flora intestinal
Misture todos os ingredientes dentro de uma tigela e mexa-os bem com um garfo ou batedor. Aqueça a mistura a uma temperatura de banho (38,3º C), colocando esta tigela dentro de algum outro recipiente com água quente. Teste como descrito anteriormente e, em seguida, alimente o filhote da forma indicada também anteriormente. Um esquema recomendado para a alimentação:
Gatos de até 113 gramas: 1/2 colher de chá por refeição, a cada 2 horas
Entre 113 e 226 gramas: 2-4 colheres de chá por dia, a cada 3 horas
Entre 226 e 680 gramas: 6-10 colheres de chá por dia, a cada 4 horas

Sugestões


Tente pesar o(s) filhote(s) antes de iniciar o ciclo de alimentação de forma que você possa utilizar as quantidades e períodos adequados. Mantenha o controle do aumento ou perda de peso com o passar dos dias e consulte um veterinário caso ache que o gato está ganhando ou perdendo peso muito rapidamente.
Estimule a eliminação de resíduos por parte do gato colocando-o em uma caixa de areia e tocando sua região genital e anal com gaze, algodão ou uma toalha de papel com um pouco de água morna. Isto imita o comportamento natural da mãe do gato, que o estimula a fazer esta eliminação.

Avisos


• Tenha plena certeza de que o leite que será dado para 

algum filhote de gato não esteja quente. Ao dar leite quente para um filhote, você poderá queimar a boca do mesmo, bem como outras áreas sensíveis.
• Consulte um veterinário caso o gato não queira comer de forma alguma - pode ser sintoma de alguma doença.
• É melhor deixar os filhotes com as mães por pelo menos 6 semanas depois do nascimento, visto que elas saberão melhor como cuidar deles. Uma idade adequada para se retirar é entre 8 e 10 semanas. Os criadores recomendam esperar 12 semanas antes de procurar um novo lar para os filhotes. Além disso, podem existir problemas ao tornar um gato órfão - ele poderá tornar-se insociável, desenvolver problemas de saúde e seu desenvolvimento pode ser prejudicado.
• Certifique-se que o gato não esteja muito frio quando você o for alimentar; isto poderia lhe causar alguns problemas digestivos.
• Gatos que saem de perto das mães mais cedo brincam e mordem muito mais do que aqueles que convivem por mais tempo com suas mães. Isto parece ocorrer por não terem recebido o devido retorno materno durante suas brincadeiras enquanto cresciam. Eles também desenvolvem hábitos como, por exemplo, sugar botões e lóbulos das orelhas; sem um gato adulto para lhes mostrar como se portar ou como utilizar a caixa de areia, as coisas podem ser mais difíceis para estes gatos.
• Nunca alimente um gato com leite de vaca, já que muitos gatos são intolerantes a lactose e sofrem problemas gástricos quando alimentados com este tipo de leite diariamente.
• Uma vez que o gato tenha sido retirado de sua mãe e uma dieta tenha-se iniciado, não será mais possível que o mesmo volte a se alimentar através da mãe.
• Quando estiver a aprender como alimentar o filhote de gato com o biberon, tenha em mente que alimentar em excesso ou de forma inadequada poderá causar problemas de respiração para o filhote. Enquanto alimenta o gato, preste atenção à ele e certifique-se de que não está saindo leite através de suas narinas ou que seu estômago não esteja inchado.
• Procure utilizar diferentes garrafas e biberons para filhotes de ninhadas diferentes, pois algumas doenças podem ser passadas da mãe para os filhotes ou mesmo de um filhote para o outro, em caso de ninhadas maiores.

Materiais Necessários


• Seringas esterilizadas (tenha algumas, visto que, enquanto uma ainda está secando, você continuará tendo outras a disposição para o resto do dia); se os filhotes forem muito novos, seringas menores serão melhores. Seringas para orelhas de bebês podem ser bem úteis nestes casos
• Biberon ou uma pequena garrafa para bebês (esta última apenas em casos em que ela seja feita de materiais não-tóxicos, como sempre deverá o ser caso seja para uso de bebês)
• Leite para gatos filhotes ou algum substituto
• Pontas de borracha/silicone que sejam feitas de materiais não tóxicos e que sejam pequenas o suficiente para que o filhote consiga alimentar-se através delas
• Toalha.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

7 curiosidades sobre gato

Gatos são considerados os seres mais fofinhos do universo, mas podem ser seres misteriosos. Os gatos são de maioria os seres mais adorados do mundo. O primeiro contato dos gatos com os humanos que se tem registro foi à 9.000 anos, e depois foi sendo domésticado, e hoje em dia maioria das casas tem o bichano como mascote. Muito adorado por criança por causa de sua beleza e aparência carinhosa, embora que os gatos sejam meio rudes na maioria do tempo. Além de, claro, sua capacidade de inspirar incontáveis e-mails com apresentações em power point​​. Tem alguma curiosidaes sobre gatos? 
Tire todas as suas curiosidades sobre gatos aqui, veja:
1. Os gatos ganham dos cachorros
curiosidades sobre gatos 10 Curiosidades sobre gatos que você não sabia
Ao menos em números absolutos e nos Estados Unidos. Segundo a Associação Médica Veterinária Americana, havia cerca de 81,7 milhões de gatos nos domicílios dos EUA em 2007, em comparação com 72,1 milhões de cães. Isso significa que pouco mais de 32% das casas estadunidenses possuem um gato, e cada domicílio tem, em média, pelo menos dois bichanos. No Brasil, porém, os cães ainda dominam, com 27 milhões contra 12 milhões de gatos, segundo dados do IBGE.
A propósito, cães e gatos podem viver juntos sem causar histeria em massa. Um estudo publicado em 2008 descobriu que se os cães e gatos se conhecem quando o felino tem menos de 6 meses de idade, e o cão menos de um ano, as duas espécies podem conviver em paz.
O estudo diz que confrontos entre diferentes espécies pode ser nada mais que uma falha de comunicação. Os outros animais não entendem os olhares desconfiados dos gatos ou a submissão dos cães, por exemplo. Entretanto, se os bichos se conhecerem desde pequenos, eles passam a entender uns aos outros, afirmam os pesquisadores, quase como se fossem bilíngues.

2. Gatos são grandes bebedores
curiosidades sobre gatos 5 Curiosidades sobre gatos que você não sabia
Quando você assistir a um gato tomando água ou leite, saiba que está assistindo a um processo delicado. Em vez de simplesmente “escavar” o líquido para a boca, como os cães fazem, o gato toca a ponta da língua na superfície do líquido, criando uma coluna que se estende quando ele puxa a língua para trás. Logo antes de a gravidade superar o movimento ascendente da língua do gato, enviando o líquido de volta para baixo, o felino fecha seu maxilar, capturando o gole.
Em cada um desses processos, os gatos domésticos engolem cerca de 0,1 mililitros de líquido. Com quatro lambidas por segundo, eles conseguem beber cinco colheres de chá (24 ml) a cada minuto.

3. Gatos tem mais facilidade em engordar
curiosidades sobre gatos 7 Curiosidades sobre gatos que você não sabia
Os seres humanos não são a única espécie com problemas com a balança – Garfield que o diga. Nossos animais de estimação estão ficando cada vez mais gordos. Cerca de 54% dos cães e gatos domésticos estadunidenses estão com sobrepeso ou são obesos. Em números brutos, são cerca de 50 milhões de gatos rechonchudos.
A maioria dos gatos que vivem em ambientes fechados fazem pouca atividade aeróbica, o que significa que eles precisam de muito pouco em termos de calorias. Um gato de 4,5 quilos, por exemplo, necessita de apenas cerca de 180 a 200 calorias por dia. A obesidade chega quando os felinos ingerem bem mais do que isso. Uma porção da comida para gatos da marca Friskies, por exemplo, possui 381 calorias.
4. Os gatos podem ser menos inteligentes mas não são burros
curiosidades sobre gatos 9 Curiosidades sobre gatos que você não sabia
Os cães podem ter mais uma vida social mais ativa, mas não subestime o cérebro felino. Ano passado, pesquisadores flagraram um gato selvagem imitando o som emitido por um pequeno macaco para chamar a atenção da presa.
O gato-maracajá, um parente muito próximo da jaguatirica, que habia a Amazônia, já foi visto fazendo barulhos de macaco perto de um grupo desses animais. Quando os micos se aproximaram para investigar o som, o gato-maracajá tentou uma emboscada. Neste caso, um dos macacos percebeu a artimanha felina e salvou os outros animais com um grito de alerta. Apesar disso, a observação sugere que os gatos selvagens podem ser ainda astutos do que pensamos.
5. Gatos não tem boa memória 
curiosidades sobre gatos 1 Curiosidades sobre gatos que você não sabia
Os gatos se lembram de obstáculos em seu ambiente por cerca de 10 minutos, de acordo com um estudo de 2007. Além do mais, os gatos têm uma memória muscular melhor do que visual.
Quando os cientistas impediram o movimento de gatos domésticos após as suas pernas dianteiras terem superado um obstáculo, mas antes que levantassem as pernas de trás, os felinos só se lembraram que teriam de superar o obstáculo novamente nos dez minutos seguintes. Quando os gatos viam o obstáculo, mas estavam distraídos com a interrupção dos pesquisadores, eles esqueciam do obstáculo.
6. Gatos tem poder de controlar sua mente
curiosidades sobre gatos 2 Curiosidades sobre gatos que você não sabia
É verdade, donos de gatos: seu bichano está no comando. Alguns gatos têm aperfeiçoado um ronronar agudo infalível aos ouvidos humanos. Um estudo de 2009 descobriu que os humanos consideram essa mistura de alegria e agressividade difícil de ignorar. Os gatos tendem a usar esse recurso quando querem comida, e seus proprietários recebem a mensagem e atendem ao pedido dos bichanos. Quem tem gato em casa sabe do que eu estou falando, certo?
7. Os parasitas do gato também podem controlar sua mente
curiosidades sobre gatos 3 Curiosidades sobre gatos que você não sabia
Um parasita que se reproduz em gatos tem a capacidade de manipular animais – incluindo os seres humanos. O protozoário Toxoplasma gondii é um mestre controlador de mentes. Ele infecta os ratos e os faz agir imprudentemente e ir para lugares onde provavelmente sejam capturados por gatos. E é exatamente isso que o parasita quer, já que ele só pode se reproduzir no estômago dos felinos.
Mas o controle mental exercido pelo Toxoplasma gondii também se estende aos seres humanos: pessoas que vivem em países com altas taxas de infecção pelo parasita apresentaram maior probabilidade de ser neuróticos do que pessoas que vivem em áreas onde as taxas de infecção são baixas. Neuroticismo é um traço de personalidade caracterizado pela ansiedade e insegurança. Se muitas pessoas são infectadas (provavelmente através do contato com gatos), os cientistas especulam que é possível que o T. gondii possa mudar o comportamento de culturas inteiras.

domingo, 9 de junho de 2013

Gato Mitos e Verdades

Os gatos não gostam de carinho.
Mito. Os gatos que vivem perto dos donos, que recebem atenção e amor são muitos carinhosos. Por óbvio, talvez os gatos que vivem na rua podem ser mais distantes e independentes, mas não tem haver com gostar ou não, mas sim com a criação que tiveram.
Os gatos se escondem quando estão doentes.
Verdade. Os gatos podem preferir um lugar escondido e quieto quando se sentem mal, alguns até fogem de casa. Fique de olho.
Os gatos são interesseiros.
Mito. Esse mito foi criado por comparar os gatos aos cachorros que abanam o rabo quando estão felizes e satisfeitos. Os gatos não são interesseiros, mas adoram um lar aconhegante para viver.
Os gatos não gostam de brincar com seus donos.
Mito. O gato, quando incentivado, adora compartilhar com os humanos suas brincadeiras, como por exemplo correr com uma bolinha, buscá-la e trazer para seu dono jogar novamente.
Os gatos transmitem doenças.
Mito.  Veja que todo animal que não seja saudável pode trasmitir doenças. Os gatos vacinados, caseiros e limpos dificilmente transmitirá alguma doença.
Os gatos são animais limpos.
Verdade. Os gatos adoram fazer sua limpeza diária tendo como hábito se lamber. Além disso, gostam da caixinha de areia sempre limpa, água limpa e comida fresca. Se comem apenas ração e não saem de casa, dificilmente terão mau cheiro. Pelo contrário, os gatos, mesmo sem tomar banho, são cheirosinhos.
Os gatos se sentem os donos da casa.
Verdade. O gato se acha o rei da casa, por esse motivo pode ser difícil aceitar um gato novo na família. Este é um instinto de domínio de território que eles têm, mas eu não levaria isso para o lado ruim, afinal de contas nós adoramos fazê-los sentir os donos da casa, não?
Os gatos são sem graça.
Mito. Mais uma vez tem haver com as pessoas compararem os gatos com os cachorros, a ponto de afirmar que preferem os cachorros porque os gatos são sem graça. Os gatos têm um modo peculiar de viver e não precisam abanar o rabo para demonstrar carinho. Adoram dormir, brincar, receber o dono com miados na porta, demonstrando que estão felizes em recebê-los se esfregando nas pernas. Os gatos são interessantes e merecem toda nossa admiração

Gato Norueguês da Floresta

Como o próprio nome diz, o gato Norueguês da Floresta se originou nas áreas florestais da Noruega. A necessidade de se abrigar durante os invernos frios da Escandinávia transformou seu manto em uma espécie de cobertor macio, protegendo-o do vento, do frio e da umidade da neve. Para proteger-se do frio, este gato também dispõe de abundante camada de pelos ao redor do pescoço, formando uma densa juba. Como originaram-se de gatos que viviam ao ar livre, os representantes dessa raça possuem a característica de serem excelente caçadores e apresentarem grande independência em relação à seus donos.

Gato LaPerm

O gato LaPerm foi registrado em 1982, nos Estados Unidos. Trata-se de um felino de pelagem longa e cacheada, com espirais lembrando um saca-rolhas. Apresenta comportamento bastante interativo. É um gato muito procurado por pessoas que gostam de animais que se adaptem aos costumes do lar. Sua personalidade marcante faz com que o LaPerm desenvolva uma forte ligação afetiva com os donos e esteja sempre pronto para brincadeiras, até mesmo com estranhos.
Como identificar um LaPerm: Pela pelagem chacheada e longa, com a aparência de "pós-banho".

Gato Cornish


O Cornish Rex é um gato de pelo curto e ligeiramente cacheado, originário da Inglaterra. Possui um aspecto rústico e é considerado um excelente animal de estimação, uma vez que convive muito bem com os humanos, mesmo no caso da presença constante de estranhos. É um animal de fácil tratamento, não exigindo cuidados muito complexos. Admitem-se todas as cores.

Gato Chartreux

Os gatos Chartreux apresentam coloração cinza-azulada, com pelos curtos, densos e grossos. Os gatos desta raça são muito silenciosos, de modo que raramente miam. São muito ativos e necessitam de bastante espaço físico para correrem exercitarem-se. Quando privados de espaço, podem ficar irritadiços e demonstrar alguma agressividade. Originário da França, o Chartreux é um animal afetuoso e sociável. Possui um apurado instinto de caça e uma forte musculatura, que lhe dá condições para atacar rapidamente pequenas presas como pássaros e roedores.
Como identificar um Chartreux: Pela pelagem cinza e grossa!

Gato British Shorthair


O British Shorthair é, provavelmente a mais antiga raça de gato da Inglaterra.  São excelentes companheiros para toda a família. São tímidos, amistosos e muito afetuosos.  É um gato elegante, compacto, bem balanceado e forte, que prefere estar no chão, e não tem entre suas especialidades a velocidade, ou a agilidade. A cabeça é arredondada, com bom espaço entre as orelhas.  O british shorthair uma raça de desenvolvimento lento, e as fêmeas devem ser menos robustas que os machos em todos os aspéctos. O tamanho é de médio para grande, os olhos são grandes, redondos e bem abertos. Sua pelagem é curta, muito densa, rente ao corpo, e firme ao toque. São admitidas quase todas as cores

Gato Bengal

O Bengal é uma raça recente, derivada de cruzamentos induzidos entre gatos domésticos e o leopardo-asiático (Prionailurus bengalensis). Tal cruzamento só foi possível devido ao fato do leopardo-asiático possuir o mesmo número de cromossomos do gato doméstico, o que tornou possível a realização de cruzamentos que originassem descendentes férteis. Esses animais apresentam tamanho médio a grande, com peso entre 5,5 a 9 kg. Possuem pelo curto, estrutura óssea bastante forte e uma cabeça relativamente grande, com contornos arredondados e ligeiramente comprida, lembrando o formato dos felinos selvagens.
Como identificar um Bengal: São os tigradinhos!! E tem o corpo bem alongado